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Como o planejamento tributário pode impulsionar o crescimento da sua empresa

A alta carga tributária e a complexidade do sistema fiscal brasileiro estão entre os maiores desafios para empresas de todos os portes e segmentos. Para lidar com essa realidade, uma ferramenta estratégica vem ganhando cada vez mais destaque: o planejamento tributário empresarial.

Mais do que uma forma de reduzir custos com impostos, essa prática contribui diretamente para a competitividade e a sustentabilidade do negócio. Ao adotar medidas preventivas e inteligentes, a empresa garante conformidade legal, melhora o fluxo de caixa e cria condições para crescer de forma sólida.

Neste artigo, vamos explicar o que é o planejamento tributário empresarial, quais seus benefícios, como ele pode impulsionar o crescimento e quais cuidados adotar para aplicá-lo corretamente.

O que é planejamento tributário empresarial

O planejamento tributário empresarial é o conjunto de ações estratégicas destinadas a administrar a carga tributária de uma empresa de forma lícita, buscando aproveitar benefícios fiscais, evitar pagamentos indevidos e cumprir as obrigações de maneira eficiente.

Seu objetivo principal é encontrar alternativas legais para que a empresa pague menos impostos e, ao mesmo tempo, esteja totalmente em conformidade com a legislação.

Entre as ações mais comuns estão:

  • Escolha adequada do regime tributário.

  • Revisão de operações para otimizar a carga fiscal.

  • Aproveitamento de créditos tributários.

  • Organização das obrigações acessórias.

Importância do planejamento tributário no cenário brasileiro

O Brasil possui um dos sistemas tributários mais complexos do mundo, com diversos tributos federais, estaduais e municipais, além de uma legislação extensa e frequentemente alterada.

Essa complexidade aumenta o risco de erros, autuações fiscais e pagamento excessivo de tributos. Nesse contexto, o planejamento tributário empresarial torna-se essencial para:

  • Manter a conformidade legal e evitar penalidades.

  • Reduzir custos sem comprometer a operação.

  • Aumentar a previsibilidade financeira para investir no crescimento.

Benefícios do planejamento tributário empresarial

A adoção de um planejamento tributário bem estruturado gera vantagens competitivas que impactam diretamente o desempenho da empresa.

Redução da carga tributária

Por meio de análises detalhadas, é possível identificar benefícios fiscais, isenções e incentivos aplicáveis, diminuindo legalmente o valor pago em impostos.

Melhoria no fluxo de caixa

Ao pagar apenas o que é devido, a empresa mantém mais recursos disponíveis para investir em inovação, marketing, estrutura e expansão.

Prevenção de autuações fiscais

O acompanhamento constante garante que todas as obrigações sejam cumpridas corretamente, evitando multas e juros.

Aumento da competitividade

Com custos reduzidos, a empresa pode oferecer preços mais atrativos e melhorar sua posição no mercado.

Tipos de planejamento tributário

Existem diferentes formas de estruturar o planejamento tributário empresarial, que variam conforme o momento e a necessidade do negócio.

Planejamento preventivo

Feito antes do início do exercício fiscal, visa antecipar cenários e escolher estratégias adequadas para reduzir a carga tributária.

Planejamento corretivo

Aplicado quando são identificados erros ou oportunidades de melhoria no regime fiscal já adotado.

Planejamento especial

Realizado em situações específicas, como fusões, aquisições, abertura de filiais ou internacionalização da empresa.

Escolha do regime tributário como parte estratégica

A definição do regime tributário é um dos passos mais importantes do planejamento tributário empresarial.

No Brasil, os principais regimes são:

  • Simples Nacional: indicado para micro e pequenas empresas que atendam aos limites de faturamento.

  • Lucro Presumido: cálculo simplificado com base em margens de lucro presumidas pela legislação.

  • Lucro Real: apuração do lucro efetivo, exigido para empresas de maior porte ou de setores específicos.

Uma escolha inadequada pode gerar pagamentos excessivos ou exposição a riscos fiscais. Por isso, a análise deve considerar faturamento, margem de lucro, atividades exercidas e obrigações acessórias.

O papel da contabilidade no planejamento tributário

A contabilidade é uma aliada indispensável na execução do planejamento tributário empresarial. Um contador especializado analisa dados financeiros, identifica riscos e propõe estratégias que garantem economia e segurança jurídica.

Entre as funções da contabilidade nesse processo estão:

  • Apuração correta dos tributos.

  • Emissão e controle de obrigações acessórias.

  • Elaboração de relatórios gerenciais.

  • Atualização constante sobre mudanças na legislação.

Exemplos práticos de como o planejamento tributário impulsiona o crescimento

Redução de custos fixos

Uma empresa que opta pelo regime tributário mais adequado à sua realidade pode economizar mensalmente valores significativos, liberando capital para investimentos.

Aproveitamento de incentivos fiscais

Alguns estados e municípios oferecem benefícios para empresas que se instalam em determinadas regiões ou setores, reduzindo tributos e estimulando o crescimento.

Estruturação de operações

Alterar a forma de realizar determinadas transações pode gerar economia tributária, como no caso de operações interestaduais.

Riscos de um planejamento mal executado

Embora o planejamento tributário empresarial seja uma prática lícita, sua execução inadequada pode trazer riscos consideráveis.

Erros comuns incluem:

  • Basear decisões em interpretações equivocadas da lei.

  • Utilizar artifícios que caracterizem evasão fiscal.

  • Deixar de atualizar estratégias diante de mudanças na legislação.

Para evitar problemas, é fundamental contar com assessoria jurídica e contábil qualificada.

Como implementar um planejamento tributário eficaz

A aplicação do planejamento tributário empresarial deve seguir etapas bem definidas:

  • Diagnóstico: levantamento da situação fiscal e financeira da empresa.

  • Análise: identificação de oportunidades de economia e riscos.

  • Definição de estratégias: escolha do regime tributário, revisão de contratos e operações.

  • Implementação: aplicação das medidas propostas.

  • Monitoramento contínuo: acompanhamento de resultados e ajustes periódicos.

O papel da assessoria jurídica no planejamento tributário

Além da contabilidade, o apoio jurídico é essencial para interpretar corretamente a legislação, avaliar riscos e garantir que as estratégias estejam em conformidade com a lei.

A assessoria jurídica:

  • Fornece respaldo legal às decisões fiscais.

  • Analisa contratos e operações sob a ótica tributária.

  • Representa a empresa em eventuais questionamentos do Fisco.

  • Atua de forma preventiva para evitar litígios.

Caso esteja necessitando de uma consultoria ou buscando ajuda sobre planejamento tributário empresarial, é essencial buscar o auxílio de um advogado especializado no assunto. Ele irá orientá-lo com todas as especificidades da legislação tributária aplicáveis ao seu caso em particular, garantindo segurança jurídica e eficiência fiscal.

Entre em contato com nossa assessoria e tire todas as suas dúvidas em relação ao planejamento tributário empresarial e ao direito empresarial!

https://olivattobianconi.com.br/planejamento-tributario-empresarial/ Advogado tributário: estratégias jurídicas para gestão fiscal e contencioso tributário Advogado tributário analisando documentos fiscais e calculadora durante reunião de consultoria

A complexidade do sistema tributário brasileiro é um desafio diário para empresas e empreendedores. Mudanças constantes na legislação, interpretações divergentes de órgãos fiscais e a necessidade de cumprir prazos rigorosos tornam a gestão fiscal uma área de alto risco. Nesse cenário, contar com o apoio de um advogado tributário não é apenas uma medida preventiva, mas uma estratégia essencial para proteger o patrimônio e otimizar a carga tributária.

Neste artigo, vamos explorar as principais estratégias jurídicas adotadas por esses profissionais para gestão fiscal e contencioso tributário, com exemplos práticos de aplicação.

1. A função estratégica do advogado tributário

Mais do que resolver problemas após autuações, o advogado tributário atua de forma proativa, identificando riscos e oportunidades no dia a dia fiscal da empresa.
Sua função vai além da defesa judicial: ele participa do planejamento empresarial, orienta sobre enquadramento tributário e acompanha a conformidade com as leis.

Exemplo prático:
Uma indústria que opta pelo regime de Lucro Presumido sem avaliar seu real faturamento pode pagar mais impostos do que o necessário. Um advogado tributário pode fazer uma análise comparativa entre Lucro Presumido e Lucro Real, indicando o regime mais vantajoso.

2. Estratégias de gestão fiscal para reduzir riscos

A gestão fiscal bem estruturada depende de ações preventivas que evitem autuações e otimizem recursos. Entre as estratégias mais eficazes estão:

2.1. Planejamento tributário

Mapeia todas as operações da empresa, identificando oportunidades para aplicar benefícios fiscais, créditos de impostos e regimes especiais.

Exemplo:
Uma empresa de exportação pode reduzir a carga tributária com incentivos fiscais específicos para operações internacionais.

2.2. Compliance fiscal

Implementar rotinas internas para garantir que todas as obrigações acessórias — como SPED Fiscal, EFD-Contribuições e DCTF — sejam entregues corretamente e dentro do prazo.

2.3. Revisão periódica da carga tributária

As leis mudam constantemente. Uma revisão semestral pode revelar créditos tributários não aproveitados ou regimes mais vantajosos.

3. Atuação no contencioso tributário

Mesmo com um bom planejamento, é possível que ocorram autuações fiscais, divergências de interpretação e cobranças indevidas. Nesse caso, o contencioso tributário — administrativo ou judicial — é fundamental para defender os interesses da empresa.

3.1. Contencioso administrativo

Envolve a defesa da empresa diretamente perante órgãos como a Receita Federal, sem recorrer ao Judiciário. É mais rápido e, muitas vezes, mais econômico.

Exemplo:
Uma notificação por suposta falta de recolhimento de ICMS pode ser contestada administrativamente com apresentação de notas fiscais e relatórios contábeis.

3.2. Contencioso judicial

Quando a via administrativa não resolve, o caso é levado à Justiça. Aqui, o advogado tributário pode questionar cobranças inconstitucionais, multas abusivas e juros indevidos.

4. Recuperação de créditos tributários

Muitas empresas pagam impostos além do devido e não têm conhecimento de que podem recuperar esses valores. O advogado tributário atua para identificar e reaver esses créditos, seja administrativamente ou pela via judicial.

Exemplos comuns de recuperação:

  • PIS e COFINS pagos sobre receitas não tributáveis.
  • ICMS destacado indevidamente em operações.
  • Contribuições previdenciárias sobre verbas indenizatórias.

5. Benefícios de contar com um advogado tributário de forma contínua

Empresas que têm esse acompanhamento jurídico especializado conseguem:

  • Reduzir significativamente o risco de autuações.
  • Aproveitar benefícios e incentivos fiscais pouco conhecidos.
  • Ter mais segurança no cumprimento das obrigações.
  • Tomar decisões estratégicas baseadas em dados e interpretação legal.

6. Dicas para escolher o advogado tributário ideal

  1. Experiência comprovada em casos de gestão fiscal e contencioso.
  2. Atualização constante sobre mudanças legislativas.
  3. Visão estratégica, não apenas reativa.
  4. Capacidade de trabalhar em conjunto com o contador e demais setores.

O advogado tributário é um aliado estratégico para empresas que desejam manter a regularidade fiscal e ao mesmo tempo buscar formas legais de reduzir custos.
Seja na gestão preventiva ou na defesa em contencioso, esse profissional oferece soluções que trazem segurança jurídica e impacto direto na saúde financeira do negócio.

Se a sua empresa quer evitar riscos, pagar menos impostos de forma legal e ter mais previsibilidade financeira, considerar o suporte contínuo de um advogado tributário pode ser um dos melhores investimentos.

https://olivattobianconi.com.br/advogado-tributario-estrategias-juridicas/ Advogado administrativo: atuação em processos administrativos e defesa em licitações Advogado administrativo analisando documentos e contratos para processos e licitações.

A atuação de um advogado administrativo é essencial para empresas e profissionais que lidam com órgãos públicos, seja em processos administrativos, seja em disputas e defesas em licitações. Mais do que um simples assessor jurídico, esse profissional atua como um estrategista, prevenindo riscos, garantindo o cumprimento da legislação e defendendo interesses de forma técnica e segura.

Neste artigo, vamos explorar como o advogado administrativo atua, trazendo exemplos práticos para você entender na prática o valor desse serviço.

O papel do advogado administrativo nos processos administrativos

Os processos administrativos englobam toda e qualquer apuração ou procedimento conduzido por um órgão público. Isso pode incluir desde autos de infração, sanções e multas, até a defesa em sindicâncias e processos disciplinares.

Exemplo prático:
Imagine que uma empresa de construção civil recebe um auto de infração por suposta irregularidade na execução de uma obra contratada pelo município. Sem uma defesa técnica, a empresa pode ser penalizada com multas altas e até impedida de participar de futuras licitações. O advogado administrativo entra nesse cenário para analisar a legalidade do auto, identificar falhas no procedimento e apresentar argumentos jurídicos que possam anular ou reduzir a penalidade.

Defesa em processos de licitação: protegendo o direito de competir

As licitações são processos complexos, regidos pela Lei nº 14.133/2021 (Nova Lei de Licitações e Contratos). Durante esses procedimentos, é comum surgirem impugnações, desclassificações ou disputas sobre critérios técnicos e documentais.

O advogado administrativo atua tanto preventivamente quanto reativamente:

  • Preventivo: Auxilia na análise do edital, verificando cláusulas abusivas ou exigências ilegais que possam limitar a participação da empresa.
  • Reativo: Em caso de desclassificação ou indeferimento, prepara recursos administrativos fundamentados, buscando reverter a decisão.

Exemplo prático:
Uma empresa de fornecimento de equipamentos hospitalares participa de uma licitação, mas é desclassificada por supostamente não atender a um requisito técnico. O advogado identifica que a exigência do edital era excessiva e que a empresa, de fato, atendia aos parâmetros legais. Com um recurso bem elaborado, consegue reverter a decisão e reinserir a empresa na disputa.

Prevenção de riscos e consultoria estratégica

Muitos problemas em licitações e processos administrativos podem ser evitados com a atuação preventiva. O advogado administrativo oferece consultoria estratégica para garantir que todos os documentos, certidões e exigências legais estejam corretos antes da participação em concorrências ou da execução de contratos públicos.

Exemplo prático:
Antes de participar de um pregão eletrônico, uma empresa de tecnologia contrata um advogado administrativo para revisar toda a documentação exigida. Durante essa análise, o advogado percebe que uma das certidões negativas estava vencida, o que poderia resultar em desclassificação. O problema é resolvido antes do envio da proposta, garantindo a participação sem riscos.

Atuação em casos de penalidades e sanções

Quando uma empresa sofre penalidades administrativas — como multas, advertências, suspensão temporária ou declaração de inidoneidade — o impacto vai muito além do financeiro, afetando diretamente a reputação e a capacidade de competir em novos contratos públicos.

O advogado administrativo atua para:

  • Analisar se o procedimento administrativo seguiu as normas legais.
  • Apresentar defesa administrativa ou recursos hierárquicos.
  • Negociar termos de ajustamento ou acordos que permitam reduzir o impacto da penalidade.

Exemplo prático:
Uma fornecedora de materiais escolares é multada por atraso na entrega de um lote, mesmo apresentando provas de que o atraso foi causado por problemas logísticos da própria administração pública. O advogado administrativo utiliza essas evidências para comprovar que a penalidade foi injusta e obtém a anulação da multa.

Benefícios de contar com um advogado administrativo

  1. Segurança jurídica – Evita erros que podem gerar prejuízos financeiros ou perda de contratos.
  2. Agilidade – Conhecimento dos trâmites e prazos para agir rapidamente.
  3. Defesa técnica – Argumentos sólidos baseados na legislação e jurisprudência.
  4. Prevenção de riscos – Redução de chances de penalidades ou desclassificações.
  5. Melhor posicionamento em licitações – Aumento das chances de vitória em processos competitivos.

Quando contratar um advogado administrativo?

  • Antes de participar de licitações, para análise do edital.
  • Ao receber autos de infração ou notificações de órgãos públicos.
  • Para elaborar defesas e recursos em processos administrativos.
  • Durante a execução de contratos públicos, para acompanhamento jurídico.
  • Na negociação de acordos e termos de ajuste com a administração.

O advogado administrativo é mais do que um defensor jurídico: é um parceiro estratégico para empresas que atuam ou pretendem atuar junto ao poder público. Sua atuação especializada garante que os direitos sejam preservados, que oportunidades não sejam perdidas e que eventuais conflitos sejam resolvidos de forma técnica e segura.

Assim, seja para evitar problemas futuros ou para resolver questões já existentes, investir na assessoria de um advogado administrativo é um passo fundamental para empresas que desejam crescer com segurança no mercado de contratos públicos.

https://olivattobianconi.com.br/advogado-administrativo-atuacao-em-processos-administrativos/ Como a assessoria jurídica pode ajudar sua empresa a evitar problemas trabalhistas e fiscais

A gestão empresarial no Brasil exige não apenas habilidades administrativas e estratégicas, mas também atenção redobrada à legislação trabalhista e fiscal. Em um cenário marcado por mudanças frequentes nas normas legais, contar com uma assessoria jurídica para empresas deixou de ser um diferencial e passou a ser uma necessidade para empresas de todos os portes.

Para quem almeja o crescimento da sua empresa, precisa saber lidar com os desafios trabalhistas e fiscais de forma assertiva. Se você, empresário, quer diminuir a possibilidade de erros, continue a leitura e saiba como a assessoria jurídica pode proteger sua empresa de problemas trabalhistas e fiscais.

Prevenção de passivos trabalhistas

Um dos principais papeis da assessoria jurídica é garantir que a empresa esteja em conformidade com a legislação trabalhista vigente, incluindo:

  1. Orientações sobre a correta contratação e desligamento de funcionários;
  2. Cumprimento da jornada de trabalho;
  3. Pagamento de horas extras;
  4. Benefícios obrigatórios e adequação às normas da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

Ao revisar contratos, políticas internas e práticas do departamento pessoal, o advogado empresarial ajuda a empresa a evitar erros que podem gerar processos judiciais e multas. Além disso, a assessoria pode promover treinamentos e elaborar manuais de conduta para reduzir riscos de assédio moral, discriminação e outros litígios trabalhistas.

Redução de riscos fiscais

No campo fiscal, a assessoria jurídica para empresas é fundamental para garantir o cumprimento das obrigações tributárias e evitar autuações por parte da Receita Federal e de outros órgãos fiscalizadores. Sendo eles, o correto enquadramento tributário da empresa, análise da carga tributária e verificação da aplicabilidade de incentivos ou regimes especiais.

Advogados tributaristas também auxiliam na interpretação de normas fiscais complexas, evitando erros no pagamento de impostos, no preenchimento de declarações e no aproveitamento de créditos tributários. Em casos de fiscalizações ou autuações, a assessoria atua na defesa administrativa e judicial da empresa, minimizando impactos financeiros e reputacionais.

Segurança jurídica para tomadas de decisão

Outro benefício importante da assessoria jurídica para empresas é a segurança nas tomadas de decisão. Ao avaliar os riscos legais de contratos, fusões, aquisições, parcerias e outras operações estratégicas, os advogados garantem que a empresa esteja amparada legalmente, evitando cláusulas abusivas e litígios futuros.

Além disso, uma assessoria jurídica eficiente pode atuar de forma preventiva, identificando possíveis problemas antes que eles aconteçam e propondo soluções adequadas para cada situação.

Economia e eficiência

Investir em assessoria jurídica não significa mais gasto, mas sim economia a longo prazo. Processos trabalhistas e fiscais podem gerar custos elevados, tanto em indenizações quanto em penalidades.

Com o suporte adequado, a empresa evita surpresas desagradáveis, melhora sua gestão de riscos e ganha tempo para focar no crescimento e na inovação.

A assessoria jurídica é uma aliada estratégica na sustentabilidade e longevidade dos negócios. Atuando de forma preventiva e consultiva, ela oferece respaldo legal, evita passivos desnecessários e fortalece a governança da empresa.

Caso esteja necessitando de uma consultoria ou buscando ajuda sobre advocacia empresarial, é essencial buscar o auxílio de um advogado especializado no assunto. Ele irá orientá-lo com todas as especificidades da legislação em relação ao seu caso em particular.

Entre em contato com nossa assessoria e tire todas suas dúvidas em relação ao direito empresarial!

https://olivattobianconi.com.br/assessoria-juridica-para-empresas/ Como evitar litígios trabalhistas e proteger sua empresa com uma boa consultoria jurídica

Manter uma empresa em conformidade com as leis trabalhistas é um dos maiores desafios enfrentados por empresários e gestores. Erros na gestão de pessoal, contratos mal elaborados ou o simples desconhecimento da legislação podem resultar em ações judiciais onerosas, prejuízos financeiros e danos à reputação da empresa.

Desse modo, a consultoria jurídica trabalhista se torna um investimento estratégico e capaz de evitar litígios trabalhistas. Se proteger seu negócio, continue a leitura e conheça o papel deste profissional na sua empresa, seus benefícios e como fazer uma escolha assertiva.

O impacto dos litígios trabalhistas nas empresas

Litígios trabalhistas representam não apenas custos diretos com processos judiciais e possíveis indenizações, mas também custos indiretos, como tempo, desgaste da equipe e perda de produtividade. Além disso, decisões judiciais desfavoráveis podem afetar a imagem da empresa no mercado e comprometer sua capacidade de atrair e reter talentos.

Muitos desses conflitos poderiam ser evitados com orientações jurídicas adequadas desde o início da relação trabalhista. É por isso que contar com uma consultoria especializada faz toda a diferença.

O papel da consultoria jurídica trabalhista

Uma boa consultoria jurídica vai muito além da atuação em processos judiciais. Ela atua de forma preventiva, auxiliando a empresa a adotar práticas corretas, elaborar documentos com respaldo legal e interpretar corretamente a legislação. Entre os principais serviços oferecidos estão:

  • Análise e revisão de contratos de trabalho;
  • Acompanhamento de processos de admissão e demissão;
  • Assessoria em políticas internas e regulamentos;
  • Planejamento de benefícios e jornadas de trabalho;
  • Apoio em negociações sindicais;
  • Treinamento para gestores e equipes de RH.

Essas ações contribuem para que a empresa esteja em conformidade com a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), convenções coletivas e demais normativas, reduzindo significativamente o risco de litígios.

Benefícios da prevenção jurídica para o negócio

Empresas que adotam uma postura preventiva no campo jurídico ganham muito mais do que evitar litígios trabalhistas. Elas fortalecem sua cultura organizacional, melhoram o clima interno e constroem uma relação mais transparente e segura com os colaboradores. Isso se traduz em maior estabilidade, redução de turnover e um ambiente mais produtivo.

Além disso, a consultoria permite antecipar mudanças na legislação e adaptar os procedimentos da empresa de forma ágil, evitando surpresas desagradáveis ou penalidades futuras.

Como evitar litígios trabalhistas da forma correta

Para obter bons resultados, é fundamental escolher uma consultoria jurídica com experiência em direito do trabalho e conhecimento do seu setor de atuação. Avalie o histórico de atendimento, busque referências e prefira profissionais que atuem de forma próxima e personalizada, compreendendo as necessidades específicas do seu negócio.

Evitar litígios trabalhistas não é apenas uma questão de cumprir a lei, mas de cuidar do patrimônio e da imagem da empresa. Com uma consultoria jurídica especializada, é possível transformar a relação com os colaboradores em uma base sólida para o crescimento sustentável do negócio.

Caso esteja necessitando de uma consultoria ou buscando ajuda sobre advocacia empresarial, é essencial buscar o auxílio de um advogado especializado no assunto. Ele irá orientá-lo com todas as especificidades da legislação em relação ao seu caso em particular.

Entre em contato com nossa assessoria e tire todas suas dúvidas em relação ao direito empresarial!

https://olivattobianconi.com.br/como-evitar-litigios-trabalhistas/ Compliance empresarial: como implementar um programa eficaz na sua empresa

Sendo muito importante para qualquer pessoa que escolhe ter um negócio, o compliance empresarial pode gerar diversas dúvidas. Do que se trata esse termo, afinal, e como fazer para implementá-lo em sua empresa?

Fique por dentro no assunto após a leitura do artigo a seguir, entendendo tudo sobre o tema e como implementá-lo em sua empresa.

O que é o compliance empresarial

Explicando de forma breve, o compliance empresarial nada mais é do que o conjunto de ações, políticas e procedimentos adotados por uma empresa para assegurar o cumprimento de leis, normas regulatórias, diretrizes internas e padrões éticos.

A palavra “compliance”, especificamente, vem do inglês to comply, que significa “agir de acordo com” ou “estar em conformidade”. Logo, no contexto empresarial, isso implica, entre outras coisas:

  • Seguir legislações aplicáveis;
  • Evitar práticas ilícitas;
  • Promover uma cultura empresarial pautada na integridade.

Trata-se de algo cuja importância tem crescido significativamente nos últimos anos, especialmente diante de escândalos corporativos e da intensificação da fiscalização por parte de órgãos reguladores.

Empresas que implementam programas de compliance eficazes reduzem riscos legais, financeiros e reputacionais, além de ganharem a confiança do mercado, dos investidores e da sociedade.

Como implementar um programa de compliance empresarial em sua empresa

Um programa de compliance eficaz começa com o comprometimento da alta liderança, uma vez que os gestores devem estar convencidos da importância da integridade e liderar pelo exemplo. Isso inclui a definição clara dos valores da empresa e o alinhamento das práticas do dia a dia com esses valores.

Em resumo: a ética deve ser parte da cultura organizacional, e não apenas um discurso.

Outro ponto importante é a elaboração de um código de conduta, sendo este um documento que deve estabelecer as normas de comportamento esperadas de todos os colaboradores, independentemente do cargo. Este código deve tratar de temas como conflitos de interesse, relacionamento com clientes e fornecedores, combate à corrupção, assédio, discriminação e uso de recursos corporativos.

Além disso, é necessário mapear os riscos de compliance da empresa, sabia?

Afinal, cada organização possui características específicas e está exposta a diferentes tipos de riscos. Por isso, é importante identificar os pontos vulneráveis e estabelecer controles internos para mitigá-los. Esta avaliação de riscos deve ser periódica, considerando mudanças no mercado, legislação e estrutura da empresa.

Outro elemento fundamental é a criação de canais de denúncia eficazes e seguros, dando aos colaboradores a coragem para que relatem condutas inadequadas sem medo de retaliação. Esses canais devem garantir anonimato, confidencialidade e resposta adequada a cada denúncia recebida.

A capacitação contínua dos colaboradores também é essencial nesse contexto!

Isso porque os treinamentos sobre o código de conduta, leis anticorrupção, políticas internas e dilemas éticos ajudam a manter a equipe informada e alinhada com os princípios do compliance. Lembrando que a comunicação deve ser sempre clara, acessível e constante.

Por fim, é importante monitorar e revisar constantemente o programa de compliance empresarial presente em seu negócio.

Auditorias internas, indicadores de desempenho e feedback dos colaboradores são ferramentas úteis para avaliar a efetividade das ações implementadas e realizar os ajustes necessários.

Leve o compliance empresarial para o seu negócio com a Olivatto Bianconi

Não poderíamos deixar de finalizar este conteúdo sem frisarmos que a adoção de um programa de compliance empresarial se torna infinitamente mais simplificada e correta quando feita com o auxílio de uma equipe que entende do assunto, como os advogados do escritório Olivatto Bianconi.

Portanto, entre em contato para uma conversa sem compromisso e descubra como podemos te ajudar.

https://olivattobianconi.com.br/compliance-empresarial/ Conheça algumas práticas de governança corporativa que vão fortalecer a gestão da sua empresa

A governança corporativa é um conjunto de práticas que visa assegurar a transparência, a equidade, a responsabilidade e a prestação de contas nas relações entre os gestores, sócios e demais partes interessadas de uma empresa.

Confira, a seguir, nossas principais sugestões para fortalecer a gestão da sua empresa.

Práticas de governança corporativa que não podem faltar em sua empresa

Estas são as principais práticas que um empreendedor pode implementar em sua própria empresa:

Definição de responsabilidades e papeis

Uma das primeiras medidas é separar as funções da gestão e da propriedade, sendo necessário que você defina claramente quais são suas responsabilidades como sócio e como gestor. Afinal isso evita a concentração de decisões e contribui para a profissionalização da gestão.

A estrutura organizacional, mesmo que simples, deve estabelecer quem faz o quê, com atribuições bem delimitadas.

Transparência na comunicação

Transparência significa fornecer informações claras, precisas e acessíveis sobre o desempenho, os riscos e as estratégias da empresa.

Mesmo em negócios familiares ou individuais, por sinal, a prática de registrar e comunicar decisões importantes, resultados financeiros e planos futuros permite melhor controle e entendimento da operação. Se você tiver sócios, essa transparência é ainda mais essencial.

Prestação de contas

A prestação de contas é a obrigação de os gestores responderem por suas decisões e resultados. Para isso, é fundamental que você mantenha relatórios periódicos, como balanços financeiros, demonstrativos de resultados e indicadores de desempenho.

Esses documentos devem ser analisados com frequência e servir de base para decisões estratégicas.

Criação de um conselho consultivo

Empresas menores (como pode ser o caso da sua) podem se beneficiar muito da criação de um conselho consultivo, formado por profissionais experientes e confiáveis. Isso porque, mesmo que não tenha poder deliberativo, esse grupo pode oferecer conselhos valiosos, trazer novas perspectivas e ajudar na tomada de decisões estratégicas.

Planejamento estratégico estruturado

Ter um planejamento estratégico claro é essencial para direcionar o crescimento da sua empresa, sendo que ele deve conter missão, visão, valores, metas de curto, médio e longo prazo, e estratégias para alcançá-las.

Revise este planejamento regularmente, pois esta é uma prática de governança corporativa que ajuda a manter o foco e adaptar-se a mudanças no mercado.

Controle financeiro rigoroso

Uma boa governança também exige controle um financeiro eficaz, então separe as finanças pessoais das empresariais, mantenha registros organizados e tenha relatórios contábeis confiáveis.

Esse controle permite identificar gargalos, oportunidades e riscos, além de facilitar o acesso a crédito e investidores, quando necessário.

Gestão de riscos

Identificar, avaliar e mitigar riscos operacionais, financeiros, legais e de mercado é uma prática de governança essencial.

Um bom empreendedor deve sempre mapear os principais riscos que a empresa enfrenta e criar planos de contingência para lidar com imprevistos: esteja sempre pronto para lidar com essa tarefa!

Ética e conformidade

Estabelecer e seguir um código de ética fortalece a reputação da empresa. Além disso, garantir que a mesma esteja em conformidade com leis e regulamentações evita penalidades e cria uma base sólida para o crescimento sustentável.

Ao adotar essas práticas, você fortalecerá a governança de sua empresa, aumenta sua resiliência e cria as bases para uma gestão eficiente e profissional, que favorece tanto a lucratividade quanto a longevidade do negócio.

Adote práticas de governança corporativa com a Olivatto Bianconi

Por fim, tenha ao seu lado o melhor time de advogados para te auxiliar em toda a parte legal que envolve a adoção destas práticas: o time Olivatto Bianconi!

Entre em contato hoje mesmo e vamos mudar a realidade da sua empresa para melhor.

https://olivattobianconi.com.br/governanca-corporativa/ Direito empresarial trabalhista: como proteger sua empresa e evitar riscos legais Advogado empresarial ao telefone com documentos sobre a mesa em ambiente corporativo

O direito empresarial trabalhista é uma área estratégica para empresas que desejam evitar problemas legais e manter uma gestão eficiente de pessoas. Ele combina conhecimentos do direito empresarial, voltado à estrutura e ao funcionamento das empresas, com o direito do trabalho, que regula as relações entre empregadores e empregados.

Num cenário com regras em constante mudança e crescente complexidade nas contratações, esse ramo do direito é essencial. Ele garante segurança jurídica nas decisões internas e protege o patrimônio da empresa contra passivos trabalhistas.

O que é direito empresarial trabalhista?

O direito empresarial trabalhista é a união de dois campos do direito: o empresarial e o trabalhista. Ele atende empresas que precisam lidar com contratos de trabalho, obrigações legais, negociações com sindicatos e processos judiciais.

Esse campo oferece uma visão completa da relação entre empresa e colaboradores. Ele considera a estrutura do negócio, a legislação vigente e as práticas do setor para prevenir riscos e otimizar decisões.

Por que é importante?

Previne multas e ações trabalhistas.

Reduz custos operacionais.

Protege sócios e gestores de responsabilidades pessoais.

Melhora o clima organizacional por meio da conformidade legal.


Áreas de atuação do direito empresarial trabalhista

1. Consultoria preventiva

Um dos pilares da atuação é a consultoria preventiva. Nela, o advogado analisa os procedimentos da empresa para identificar riscos antes que eles se tornem problemas.

Entre as principais ações estão:

Análise de contratos de trabalho e terceirização.

Criação de políticas internas e manuais.

Orientação para admissões e demissões.

Revisão do controle de jornada e banco de horas.

2. Contencioso trabalhista

Quando há ações judiciais, o apoio jurídico é essencial. O advogado defende os interesses da empresa em audiências, apresenta provas e busca acordos quando necessário.

A atuação inclui:

Defesa em ações de ex-funcionários.

Recursos em tribunais.

Negociações com sindicatos.

Resolução de processos administrativos (Ministério do Trabalho, Receita Federal).

3. Compliance trabalhista

O compliance é o conjunto de práticas para garantir que a empresa siga todas as regras legais. Um programa de compliance trabalhista bem estruturado evita autuações e processos.

Esse programa envolve:

Código de conduta.

Auditorias internas periódicas.

Treinamentos sobre direitos e deveres.

Canais de denúncia para irregularidades.


Quais empresas devem investir nessa área?

Todas. Desde microempresas até grandes corporações precisam cuidar das obrigações trabalhistas. No entanto, negócios com muitos colaboradores, terceirizações ou expansão rápida precisam ainda mais de atenção.

Alguns setores com alta demanda por esse suporte incluem:

Construção civil.

Indústria.

Logística.

Tecnologia e startups.

Varejo e franquias.


Benefícios de contar com um advogado empresarial trabalhista

Imagem de um advogado empresarial-trabalhista segurando documentos em um escritório.

Redução de passivos

Um dos maiores benefícios é evitar o acúmulo de passivos trabalhistas, que podem causar prejuízos financeiros e manchar a reputação da empresa.

Eficiência na gestão de pessoas

Com apoio jurídico, é possível estruturar processos de contratação, avaliação de desempenho, gestão de benefícios e desligamento com base na lei.

Segurança em fiscalizações

Empresas assessoradas por especialistas enfrentam com tranquilidade fiscalizações do Ministério do Trabalho e da Receita Federal.

Melhoria na tomada de decisões

Um advogado especializado ajuda a tomar decisões mais seguras, com base em dados, jurisprudência atualizada e boas práticas do setor.


Como escolher um bom escritório para essa área?

Busque experiência comprovada

O ideal é contar com um time que tenha histórico de atuação em empresas do seu porte e setor.

Avalie o atendimento consultivo e preventivo

O foco deve estar em evitar problemas, não apenas resolvê-los.

Considere a comunicação clara

Advogados que explicam a legislação de forma objetiva e prática facilitam a implementação de mudanças internas.

Por que contar com apoio jurídico empresarial especializado

Na Olivatto & Bianconi Advocacia, oferecemos uma assessoria jurídica completa e personalizada. Atuamos com foco preventivo e estratégico, integrando o conhecimento técnico das áreas trabalhista e empresarial para proteger o seu negócio, otimizar processos internos e garantir segurança nas decisões.

Com uma equipe experiente e atualizada, apoiamos desde startups até grandes empresas em questões como compliance trabalhista, contratos, contencioso, relações sindicais e reestruturações. Nosso compromisso é oferecer soluções práticas, ágeis e eficazes para os desafios do ambiente corporativo.

https://olivattobianconi.com.br/direito-empresarial-trabalhista/ 5 direitos trabalhistas no home office aos quais você deve se atentar

Com a crescente adoção do trabalho remoto, especialmente após a pandemia, o home office se tornou uma realidade permanente para muitos trabalhadores brasileiros. Essa mudança na dinâmica de trabalho trouxe à tona uma série de dúvidas quanto aos direitos e deveres envolvidos nessa modalidade. Por isso, é fundamental compreender os direitos trabalhistas no home office para garantir relações de trabalho justas e seguras.

Neste artigo, vamos explorar cinco direitos essenciais que empregadores e colaboradores devem observar atentamente ao adotar o regime remoto. Além disso, abordaremos os fundamentos legais, boas práticas e orientações para garantir o cumprimento da legislação trabalhista.

1. Contrato formal de trabalho remoto

A legislação brasileira, por meio da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), exige que o trabalho remoto seja formalizado por escrito. Essa formalização pode ocorrer no momento da admissão ou posteriormente, por meio de um aditivo contratual.

No contrato de trabalho remoto, devem constar informações como:

  • A descrição das atividades desempenhadas;
  • O regime de controle de jornada (se houver);
  • Responsabilidades sobre custos operacionais (energia elétrica, internet, equipamentos, etc.);
  • Regras sobre o uso de equipamentos e proteção de dados;
  • Procedimentos para retorno ao trabalho presencial (se necessário).

Esse documento é essencial para evitar conflitos e garantir a segurança jurídica da relação de trabalho.

2. Jornada de trabalho e controle de horas

Mesmo no home office, a jornada de trabalho deve respeitar os limites estabelecidos na CLT. Isso significa que, salvo exceções legais, o trabalhador remoto também tem direito a:

  • Jornada de 8 horas diárias e 44 horas semanais;
  • Intervalos para descanso e alimentação;
  • Pagamento de horas extras quando exceder o limite previsto;
  • Descanso semanal remunerado.

O controle de jornada pode ser realizado de forma eletrônica, por meio de sistemas ou aplicativos. A Portaria 671 do Ministério do Trabalho, por exemplo, regula o uso de ferramentas digitais para registro de ponto, garantindo maior segurança e transparência.

Importante destacar que, em alguns casos, o trabalho remoto pode se enquadrar em regimes de exceção ao controle de jornada, como cargos de confiança ou atividades externas. No entanto, isso deve estar devidamente justificado no contrato.

3. Reembolso de despesas e fornecimento de estrutura

Um dos pontos mais sensíveis no trabalho remoto é o custo operacional. Afinal, quem deve arcar com as despesas relacionadas à internet, luz, equipamentos e mobiliário?

Segundo a legislação, é responsabilidade do empregador fornecer os meios adequados para a execução do trabalho. Isso pode ocorrer de duas formas:

  • Fornecimento direto de equipamentos (notebook, cadeira, headset, etc.);
  • Reembolso de despesas comprovadamente relacionadas à atividade laboral.

O ideal é que essas condições estejam claramente definidas no contrato de trabalho remoto. A ausência de critérios objetivos pode gerar desconforto, reclamações trabalhistas e até mesmo ações judiciais.

Além disso, empresas que oferecem suporte adequado ao home office tendem a melhorar o engajamento, a produtividade e a retenção de talentos.

4. Direito à desconexão

O direito à desconexão é um tema cada vez mais debatido no cenário trabalhista, especialmente em um contexto onde as fronteiras entre o tempo de trabalho e o tempo pessoal se tornam tênues.

Esse direito prevê que o trabalhador não deve ser cobrado, acionado ou obrigado a responder demandas fora de seu horário contratual. Ou seja, reuniões, mensagens e ligações após o expediente configuram descumprimento das normas, podendo gerar passivos trabalhistas.

Empresas conscientes já vêm adotando políticas de comunicação que respeitam os limites da jornada e promovem o equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Essa prática é essencial para:

  • Prevenir o esgotamento profissional (burnout);
  • Melhorar a qualidade de vida do colaborador;
  • Reduzir riscos de processos judiciais por danos morais ou sobrecarga de trabalho.

5. Saúde e segurança do trabalho remoto

Mesmo à distância, o empregador continua responsável por garantir condições adequadas de saúde e segurança para seus colaboradores.

A CLT prevê que o empregador deve orientar e acompanhar o ambiente de trabalho remoto. Isso inclui:

  • Treinamentos sobre ergonomia, postura e pausas recomendadas;
  • Avaliação do ambiente de trabalho em casa;
  • Apoio psicológico e acompanhamento de saúde mental, quando necessário;
  • Medidas de prevenção a doenças ocupacionais e acidentes.

Embora a visita técnica presencial não seja obrigatória, o fornecimento de informações e orientações preventivas é essencial. Muitas empresas adotam formulários, vídeos e checklists para ajudar o colaborador a montar um espaço de trabalho seguro e confortável.

Acidentes ocorridos durante o expediente, mesmo em casa, podem ser considerados acidentes de trabalho. Portanto, o cuidado com a saúde e segurança no home office deve ser levado a sério.

Caso você esteja enfrentando desafios no regime de home office ou precise formalizar corretamente essa modalidade de trabalho na sua empresa, é fundamental contar com o apoio de um advogado especializado em Direito do Trabalho. Ele irá orientá-lo quanto às exigências legais e melhores práticas para garantir segurança jurídica e equilíbrio nas relações profissionais.

Entre em contato com nossa assessoria e tire todas as suas dúvidas sobre os direitos trabalhistas no home office. Estamos prontos para ajudar você ou sua empresa a atuar com responsabilidade e dentro da legalidade.

https://olivattobianconi.com.br/direitos-trabalhistas-no-home-office/ O que toda empresa precisa saber sobre a contratação de estagiários

No mundo corporativo moderno, a contratação de estagiários se tornou uma estratégia essencial para empresas que desejam inovar, reduzir custos e formar futuros talentos. Mas apesar de parecer uma alternativa simples, esse processo envolve regras legais, responsabilidades e boas práticas que muitas empresas ainda ignoram — o que pode gerar problemas sérios no futuro.

Neste artigo, vamos te mostrar tudo o que você precisa saber sobre contratação de estagiários, desde os aspectos legais até as vantagens estratégicas. Bora entender como fazer isso do jeito certo?

O que é um estagiário?

O estagiário é um estudante que está em processo de formação acadêmica e atua temporariamente em uma empresa com o objetivo de aprender na prática os conteúdos que estuda em sala de aula. O estágio pode ser obrigatório ou não, e precisa sempre estar vinculado a uma instituição de ensino.

Tipos de estágio:

  • Obrigatório: previsto na grade curricular do curso.
  • Não obrigatório: opcional, mas autorizado pela instituição.

Benefícios da contratação de estagiários

Renovação de ideias

Estagiários trazem uma visão nova, mais atualizada e aberta à inovação. Isso pode ajudar na modernização de processos internos.

Formação de talentos

Você pode formar profissionais dentro da cultura da sua empresa, facilitando uma futura efetivação.

Redução de custos

Estagiários não possuem vínculo empregatício e não geram encargos trabalhistas, o que torna a contratação mais econômica.

Ganho de produtividade

Com o suporte do estagiário, a equipe pode se concentrar em atividades mais complexas e estratégicas.

Aspectos legais da contratação de estagiários

A contratação de estagiários no Brasil é regida pela Lei do Estágio (Lei nº 11.788/2008). Essa legislação estabelece diretrizes para garantir que o estágio cumpra seu papel educacional.

Principais exigências legais:

Instituição de ensino

O estagiário precisa estar matriculado e frequentando um curso regular (ensino médio, técnico ou superior).

Termo de compromisso

É obrigatório firmar um contrato entre a empresa, o estudante e a instituição de ensino.

Carga horária

  • 4 a 6 horas por dia (máximo de 30 horas semanais).
  • Estudantes do EJA ou ensino noturno devem ter horários compatíveis.

Duração

O estágio pode durar no máximo 2 anos na mesma empresa (salvo em caso de pessoas com deficiência).

Remuneração

  • Estágio obrigatório: não precisa pagar bolsa, mas é recomendado.
  • Estágio não obrigatório: deve pagar bolsa-auxílio + auxílio-transporte.

Seguro contra acidentes

A empresa precisa oferecer seguro de vida ou contra acidentes pessoais.

Como contratar um estagiário do jeito certo

Planejamento da vaga

Antes de tudo, defina:

  • Setor e atividades do estagiário.
  • Perfil ideal (curso, habilidades, disponibilidade).
  • Supervisor que será responsável pelo acompanhamento.

Parceria com instituições de ensino

Estabeleça contato com universidades, escolas técnicas e centros de ensino. Isso ajuda a garantir candidatos alinhados e agiliza o processo de formalização.

Divulgação da vaga

Use canais como:

  • Portais de estágio (CIEE, Nube, IEL).
  • Sites de empregos.
  • Redes sociais da empresa.

Processo seletivo

  • Avaliação de currículos.
  • Entrevistas (pessoais ou por vídeo).
  • Provas práticas, se necessário.

Formalização do estágio

  • Elabore o termo de compromisso.
  • Contrate o seguro obrigatório.
  • Oriente o estagiário sobre suas funções, direitos e deveres.

O papel do supervisor na contratação de estagiários

Cada estagiário deve ter um profissional responsável por acompanhá-lo. Esse supervisor tem como função:

  • Orientar o aprendizado na prática.
  • Avaliar o desempenho.
  • Preencher relatórios de atividades (exigidos por lei).

A falta de supervisão pode descaracterizar o estágio, tornando-o vínculo empregatício — e aí, já viu: multa, ação trabalhista, e dor de cabeça.

Diferenças entre estágio e CLT: cuidado com erros comuns!

Um erro clássico de empresas é tratar o estagiário como funcionário CLT. Se o estagiário realizar atividades que não condizem com a proposta educativa do estágio, ou não estiver matriculado em instituição de ensino, a empresa corre risco de:

  • Pagar todos os encargos trabalhistas retroativamente.
  • Ser multada pela fiscalização.
  • Perder credibilidade com universidades e candidatos.

Fique atento:

  • Estagiário não pode fazer hora extra.
  • Estagiário não tem direito a férias remuneradas, mas tem direito a recesso de 30 dias (proporcionais se o estágio for menor que 1 ano).
  • Estagiário não tem vínculo empregatício, mas a empresa deve garantir boas condições de trabalho.

Quando efetivar um estagiário?

Se o estagiário demonstrar bom desempenho, comprometimento e estiver prestes a se formar, é uma ótima oportunidade de efetivação. O timing ideal é quando:

  • A empresa tem uma vaga aberta compatível.
  • O estagiário já está integrado à equipe.
  • Ele concluiu ou está perto de concluir o curso.

A efetivação é vantajosa para ambos, pois evita um novo processo seletivo e aproveita o tempo de aprendizado anterior.

Principais erros na contratação de estagiários (e como evitar)

  • Não formalizar o contrato com a instituição
    Solução: sempre use o termo de compromisso e envolva a escola ou universidade.
  • Atividades fora do escopo educacional
    Solução: defina bem as funções e não exija tarefas alheias ao aprendizado.
  • Carga horária acima do permitido
    Solução: controle a jornada e respeite os limites legais.
  • Falta de acompanhamento
    Solução: nomeie um supervisor e acompanhe de perto o desenvolvimento do estagiário.

Caso sua empresa esteja planejando iniciar ou já esteja envolvida no processo de contratação de estagiários, é fundamental contar com o suporte de um advogado especializado em Direito do Trabalho e Estágio. Um especialista irá garantir que todo o processo esteja conforme a legislação vigente, evitando riscos jurídicos e assegurando uma experiência positiva tanto para a empresa quanto para o estagiário.

Entre em contato com nossa equipe jurídica e tire todas as suas dúvidas sobre a formalização e gestão correta de estagiários.

https://olivattobianconi.com.br/contratacao-de-estagiarios/